Era uma vez uma casa amarela, sobra de um ex-casamento ainda no litígio. Não importava, porque fora igualmente povoada por crianças crescidas que fingiam não ter saído de casa para estudar, mas que seus pais saíram para fazer compras e deixaram a casa só para eles por algumas horas. Mas, na cama dos pais, eram Sibila e Daniel que dormiam como irmãos.
Assim habitada por quem esquecera o próprio endereço, a casa era um celebração a Héstia que prescindia das velas e cânticos das sextas-feiras. Mas, mesmo que ninguém se apaixonasse, não havia como adiar a vida adulta para sempre.
Nenhum comentário:
Postar um comentário