E há momentos em que você sabe que não está diante de uma banda qualquer. O primeiro deles tem a ver com aquele “na casa da minha tia”, que desde então ponho pra tocar quando preciso de uma boa risada.
Ninguém me avisou, quando os fui ver pela primeira vez. E tampouco aviso quem arrasto comigo nas vezes seguintes: virou uma espécie de rito de passagem, e nem adiantaria explicar nada, porque com palavras não dá para entender. Todas as tentativas de descrição parecem tão desajeitadas diante do essencial: que nós somos parte da festa, e não meros espectadores.




