domingo, 27 de novembro de 2011

Descomplica

E há um momento, afinal, em que a gente cansa de pensar e precisa se mexer. Parar com essa história de ficar parada, sentada, escrevendo e simplesmente sair à rua, caminhando alheia ao congestionamento e ao coro das buzinas enquanto ri sozinha das coisas que acabou de compreender. Se guiar pelo sol, sem calcular os passos, chegar até o portão e andar entre carrinhos de bebê, atletas de fim de semana e crianças tomando sorvete e passar dez vezes na frente do palco agora vazio, mas tão cheio de lembranças. Afinal, tudo é tão simples, quando encarado com bom humor.

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