segunda-feira, 7 de novembro de 2011
The Strokes
Não deixa de ser uma estratégia inteligente, manter as expectativas baixas: basta Julian entrar no palco sóbrio e sorrindo que todo mundo já se dá por satisfeito. Depois ainda Fabrizio fala uma frasezinha em português, Nikolai se enrola numa bandeira, Albert brinda ao público; mas, antes de tudo, eles tocam bem, alternando as músicas dos quatro discos, durante uma hora sem tempo de respirar. Foram até doze horas de pé diante do palco, no estacionamento do parque, sem comer nem descansar direito, só porque você quer um dia contar aos seus netos que ouviu Last Night ser tocada ao vivo.
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