Contos de cem palavras podem parecer prolixos em tempos de Twitter. Também a própria literatura parece bobagem enquanto economistas e jornalistas já têm todas as respostas. Mas ainda falta quem nos aborreça com as perguntas que importam.
No curso de francês, eu precisava escrever redações de duzentas palavras e estourava, todas as vezes. O limite é um exercício de repensar. Minhas melhores frases eram cortadas com um sentimento de decepção: foi como aprendi que o que eu tinha para dizer não era tão importante.
Nenhum conto daqui terá mais nem menos do que cem palavras, tirando o título. Pode contar.
Nenhum comentário:
Postar um comentário