O maior evento do calendário acadêmico era, aparentemente, a festa do centro acadêmico de Engenharia. Antes disso havia, é claro, as cervejadas de quarta-feira, os piqueniques de quinta, as festinhas do centro acadêmico de química às sextas, onde o cardápio oferecia C2H5OH e H20. Uns chatos de Ciências Sociais tentaram transformar os piqueniques em saraus, mas ninguém queria ouvir Drummond de ressaca. Nenhum deles, entretanto, superava a festa da Engenharia, que encerrava o semestre e lhe dava sentido. O que ninguém parecia perceber é que nela jamais apareciam os alunos do último ano, subitamente conscientes de que precisavam de diploma.
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