O mito é uma categoria discursiva, que se constrói através da repetição. Tudo se resume a criar uma história que valha a pena repetir: abandonar a faculdade por um curso de caligrafia, por exemplo, e criar um império de tecnologia a partir disso. O mito omite, naturalmente, os longos períodos de frustração e o simples fato de que não se desenvolve um aparelho sozinho.
Será que o mundo ainda suporta mais gênios como esse, e com que grau de razão ainda se alimenta a esperança de que qualquer um é capaz de ter a idéia de um bilhão de dólares?
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