Todo mundo já passou por isso, uma ou outra vez: a gente vê um filme, ou ouve uma música, e se apaixona, fica obcecada e começa a buscar loucamente mais sobre aquela cantora, aquele diretor. Mas, depois de algumas semanas, a paixonite acaba passando e entra no rol das distrações cotidianas. Não no caso dele. Seus dias eram, do final da manhã (dormia até bem tarde) até à noite, preenchidos pelos mesmos filmes, vistos à exaustão, mesmas novelas, pela música alta e por pesquisas aleatórias na internet. Assim acreditava ter muito que fazer e nenhum tempo para procurar um emprego.
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