Não se fazem mais vampiros como dantes, quando à virgenzinha nada restava além de gritar por socorro, claro que em vão. Em vão se dizia que vampiros não brilham ao sol, tampouco importava se era verossímil uma vegetariana parecer apetitosa a um bando de hematófagos, o que seria um bom motivo para voltar a comer carne. E muito menos que às vezes eles parecessem quase bronzeados, muito mais nítidos do que os humanos que entre o escritório e o túnel do metrô só tomam uma rajada de chuva, mas crêem que os únicos mortos-vivos se escondem debaixo do seu braço.
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