sexta-feira, 22 de julho de 2011

O melhor amigo de uma mulher se chama Alfred Ritter

Por que continuamos trabalhando em empregos medonhos e suportando chefes idem e colegas que rondam nossas vidas em ersatz à ausência delas próprias, apesar da angústia de toda segunda-feira de manhã? Por que nos rendemos aos apelos de ex-namorados canalhas e carentes só por aquela trepadinha logo depois dele terminar com a gente? Por que, quando ligamos a televisão, existem coisas como luta na espuma e apresentadoras comparando um vulcão a uma bala de menta? E, principalmente, por que tudo isso parece fazer sentido em torno de uma garrafa de cerveja, uma porção de coxinhas e um coro de risadas?

Nenhum comentário:

Postar um comentário