Tinha mais gente se apertando do que no show do Pato Fu, na abertura do festival. Tinha mais gente batendo cabeça do que no show do Sepultura. E mais gente maquiada na platéia do que no palco. E, inesperadamente, era a apresentação do Teatro Mágico: surpreendente e sensacional, nos transformando novamente em crianças na expectativa da próxima surpresa, no fascínio da acrobata que parece suspensa no ar diante do palco e na esperança de, a partir do dia seguinte, escolher personagens melhores para representar; de viver num mundo onde errado é quem fala correto mas não vive o que diz.
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