domingo, 31 de julho de 2011

Só enquanto eu respirar

Tinha mais gente se apertando do que no show do Pato Fu, na abertura do festival. Tinha mais gente batendo cabeça do que no show do Sepultura. E mais gente maquiada na platéia do que no palco. E, inesperadamente, era a apresentação do Teatro Mágico: surpreendente e sensacional, nos transformando novamente em crianças na expectativa da próxima surpresa, no fascínio da acrobata que parece suspensa no ar diante do palco e na esperança de, a partir do dia seguinte, escolher personagens melhores para representar; de viver num mundo onde errado é quem fala correto mas não vive o que diz.

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