Costumava ser tão simples: o povo se encontrava na faculdade, na saída do trabalho, na rua, e os passos nos encaminhavam naturalmente até a esquina do bar e as garrafas chegavam e lotavam a musa minúscula sem que ninguém parecesse ter pedido nada. De repente, aquele cara que sempre estava ali virou alguém de quem a gente só ouve falar; as meninas desaparecem do grupo e são vistas com namorados ou noivos que ninguém conhece; e para se encontrar num simples domingo à tarde, no dia do jogo, tem que ser através do Facebook e ainda assim metade acaba furando...

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